quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ROTA DAS EMOÇÕES - Barreirinhas

BARREIRINHAS

11 e 12/09/2013 – quarta e quinta-feira


Cedo iniciamos o lindo percurso de barco pelo rio Preguiças. Este é um dos roteiros de passeios, como falei, porém normalmente em “voadeiras”, mais rápidas; nós estávamos com barco de pesca, muito mais lento. Foram mais de três horas embarcados. Já estávamos nos acostumando a ficar tempo em barco, não é? Curtimos a paisagem, inclusive as dunas que se lançam no rio, como as da colônia Vassouras; há rústicos restaurantes, onde os turistas apreciam a culinária local.

O passeio permite observar um pouco da flora e fauna, bem como igarapés naturais e outro criado pelo homem, que cortou literalmente o rio Preguiças, apenas para encurtar caminho nas suas longas curvas.

Desembarcamos perto das dunas da charmosa Barreirinhas, cidade mais conhecida no roteiro dos Lençóis Maranhenses, junto ao atracadouro. Fomos direto à Pousada. Já abrigados e acomodados, partimos para o almoço, logo ao lado, num bufet por quilo. Isto porque não havia tempo a perder. Negociei para eles um translado até as lagoas dos lençóis às 14h00; o passeio valeria um lindo por do sol nas dunas.

Os cinco embarcaram felizes, num daqueles carros 4X4 capazes de suplantarem as condições da pista de areia e água. Falei os cinco, porque eu e a Carmo procuramos o hospital da cidade, para que ela fizesse um raio X de seu pé, que ainda estava dolorido após um tombo que levou dias atrás, nas praias entre Jeri e Camocim (foi fazer arte, tirando as mãos do guidão, e o vento atrapalhou a proeza). Felizmente foi apenas uma luxação e necessitou apenas de anti-inflamatório.

Todos ficaram maravilhados com as belezas das dunas e lagoas dos lençóis; apenas o Maurício conhecia o lugar, mas fazia tanto tempo que ele parece ter curtido melhor ainda. Tomaram banho nas lagoas, perenes ou não, principalmente a do “peixe”, e no final da tarde veio a cereja do bolo: o por do sol. Maravilha! Lembram os amigos que o carro que os levou estava lotado, inclusive com estrangeiros; nele também estava o Emanuel, um sujeito simpático, que se integrou com ao grupo, e fez esvoaçar com alegria sua canga pelas dunas durante o passeio, provocando gargalhadas de todos e uma foto de lembrança.

De noite, todos reunidos, como sempre, fomos jantar no calçadão de madeira, à beira do rio, com direito à música regional ao vivo. Ambiente gostoso e comida especial do Barlavento.

O dia seguinte foi o seguinte: nada.

Verdade! Não fizemos nada; nenhum passeio; nenhuma programação. Alguns lavaram suas roupas; outros lavaram as bicicletas; outros dormiram e outros foram passear a pé, fazer algumas compras de lembrancinhas. A cidade de Barreirinhas é ponto de saída para os passeios, mas ela por si só não oferece atrações. Havia possibilidade de fazer boia cross, mas teria que ser agendado antes, e pelos relatos, não era com muita “emoção”; então ninguém foi.
























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